Dzerjínsky foi um dos maiores empresários da Rússia. Sua fonte de sustento eram ingredientes raros, encontrados nos lugares mais inóspitos do mundo. Começou sozinho, e em pouco tempo conseguiu montar um negócio, com bruxos caçadores de iguarias.
Dimitri foi morto por uma mortalha-viva, em Papua Nova Guiné, enquanto era parte de uma armadilha para capturar o animal. Junto dele, estava um de seus funcionários, Stanislav, que capturou o animal, mas não pôde salvar a vida de seu chefe.
Já na Rússia, seu advogado deu entrada nos papéis da herança, e foi consultar seu testamento. Dimitri deixou 86% de toda sua fortuna para seu gato de estimação, Akhenaton, e 14% para instituições de caridades por toda Europa e África.
Nas condições do testamento, diz que quando Akhenaton morrer, o dinheiro que pertencia ao animal será convertido em mais doações para instituições de caridade.
Dimitri não tinha mulher ou filhos, e deixou uma fortuna estimada em mais de G$ 300.000.000.







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