Ontem foi divulgado o relatório anual de pesquisas do departamento de mistérios. Nesse relatório, foi publicada uma descoberta muito animadora. Cientistas da Sala dos Cérebros conseguiram encantar a realidade em sua volta, codifica-la em magia, e introduzir na mente de um unicórnio.
Os cientistas são proibidos de falar sobre qualquer pesquisa a outras pessoas – se relutam até em postar relatórios anuais – mas segundo pesquisador que não trabalha no Ministério, os cientistas criaram uma realidade compartilhada.
“O que creio que eles fizeram foi encantar um pequeno espaço em sua volta e codifica-lo. Isso é um grande feito. Em seguida, conseguiram extrair os pensamentos de um unicórnio para o mundo físico. Outro grandessíssimo feito. A partir daí, conseguiram implantar a codificação de espaço na mente do unicórnio.
É uma experiência perigosíssima. Creio que quem participou dessa experiência poderia relatar feitos fantásticos.” – disse Klaus Bvorgh. E perguntado pelo motivo da escolha, respondeu: “Unicórnios são seres puríssimos, e nada em sua mente poderia oferecer risco aos pesquisadores. Ao contrário de um dragão, por exemplo. E com certeza o animal foi muito bem tratado, porque se não, duvido que a pesquisa iria para frente”.
Bvorgh é membro aposentado da União de Pesquisadores Germânicos. É detentor de várias descobertas científicas, entre elas, o motivo dos testrálios só serem vistos por pessoas que já viram a morte (Teoria da morte fantasma); o motivo da cor de alguns feitiços serem lilás (Teoria do espectro de encantamentos) e a razão pela qual os agoureiros só voam quando chove (Teoria do agouro de asa úmida).







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